Não preciso citar as
incoerencias anteriores própria dos sonhos. Sonhos lindos não me são tão
comuns, pelo menos não lembra-los para descrição. Aliás, mesmo quando
lembrados, a descrição é o maior desafio. De algum modo eu era uma espécie de
Android ou robo misturado a um corpo humano que fazia "missões na
NASA" ou algo parecido com isso. Estava proximo de uma mulher, que parecia
ser de uma artista conhecida e nos beijamos. O ultimo sonho lindo que tive,
também lembro de estar próximo a belas meninas o que foi bom, mas o que se
seguiu não teve relação com isso, mas incluiu sobrevoo. burlei algum sistema
para conseguir um copo de água ou algum outro líquido de algum conhecido, que
não sei se era minha mãe que estava a trabalhar no local. Então aqui o sonho -me.
Por um instante pensei que por eu ser uma epécie de android ou ciborg, a
identificação seria automática e facilitada. Ergui uma espécie de crachá com
chip e esse movimento foi conduzido literalmente de forma robótica, ou seja
esta parte cibórgue minha que operou esta ação. Mas ironicamente a maneira de
erguer a identificação tinha sido atrapalhada ou esquizita o que gerou um leve
contratempo na identificação. Em fim entrei e tinha que fazer algo como uma
missão, ou um trabalho lá dentro. Daí veio a hitória da água, que temporalmente
parece que tinha sido antes, mas aqui teria maior coerencia narrativa. Estava
eu lá com o copo de água na mão e iniciando a missão. Algumas pessoas falavam
outros idiomas e eu conhesguia se comunicar com elas.Eu começava a sobrevoar,
ou a ver de cima as instalações do lugar. Mas logo depois comecei a sobrevoar
uma área exuberante. Era uma planície alagada, disso eu sei. Um verde infinito.
Com verde infintio quero dizer que era uma paisagem maravilhosa, celestial. O
arrebatamento da sensação do maravilhamento sentido se deu no instante em que
este local do qual eu via a paisagem, começou a virar, de modo que o líquido
que estava no copo caía sobre a paisagem. A plataforma de onde estava parecia
um balão de ar quente e o modo que virava lembrava aqueles brinquedos de parque
de diversão, que começam a virar de ponta cabeça onde a pessoa fica presa por
um suporte junto ao corpo. Mas este balão, não tinha tal suporte, era apenas
uma barra que segurava contra a virada.
Mas isso não apresentava problema ou risco de queda. Virávamos então em cima da
paisagem. Duas outras coisas misteriosas sucederam. Desta paisagem emanava uma
música. Ficquei o dia todo procurando tal música no computador, após ter
acordado. (Reiki Music With Bell Every). A música se casava perfeitamente e em
harmonia com a paisagem, enquanto o líquido derramava. A música vinha profunda
aos sentidos. Nisso eu me emocionei e comecei a chorar. As lágrimas caíam assim
como o líquido do copo, sofrendo uma inclinação aparente devido ao
posicionamento do "balão" ou do vento. Mas o mais belo e misterioso
eram outros sons que surgiam meio a música, a paisagem e meu vislumbre. Eram
sons indescritíveis que acompanhavam o rítimo de música, mas que também eram
sons musicais embora muito mais "nobres".
estranhamente o local
visualizado na tal Missão, era pequeno, logo acabou onde começaram aparecer
ruas comuns. Eu acordei pensando na filosofia da Beleza. Uma certa questão me
surgiu. Se eu pudesse ser aquilo ali sempre. Ser aquela sensação. Não apenas
senti-la. Pois o sentir acaba e se satura. Se eu fosse o conjunto daquela
exuberancia correria o risco de não ser nada?
Onde está exatamente o ser da sensação maravilhosa? Está em mim? Esta é
um desejo e uma falta e portanto é algo negativo, já que é passível de
saciedade? Seria possível saciar-se daquela sensação, que se misturava com o
desejo de ser aquilo eternamente. Se este tipo de arrebatamento por uma beleza misturado com seu êxtase de se sentir tal coisa, estaria imune do pêndulo de shopenhauer, se pudesse se estabilizar na satisfação ainda repleta e plena, jamais decaindo em tédio ou desejo como sentimento ruim de algo que falta, que pode as vezes ser pior que tédio mas nem sempre (estes oscilam em negatividade entre eles), está seria uma forma de se estar bem em uma eternidade. Seria o céu eterno do qual jamais se entediada.
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